Curiosidades sobre Energia

• A água quente pesa menos que a água fria para o mesmo volume.

• Zero energia é a fonte de energia libertada quando os átomos param de se mover a –273 graus Celsius.

• Se gritar durante 8 anos, 7 meses e 6 dias, terá produzido suficiente energia sonora para aquecer uma chávena (xícara) de café.

• A eletricidade não se move ao longo do fio, mas através de um campo à volta do fio.

• Em 10 minutos, um furacão produz mais energia do que todas as armas nucleares do mundo combinadas.

• Se soltar traques constantemente durante 6 anos e 9 meses, produz gás suficiente para criar a energia de uma bomba atômica.

• Os raios elétricos são por vezes mais quentes que o Sol (cerca 27 760ºC).

• Demora cerca de 8 minutos para a luz do Sol viajar do Sol à Terra.

• A luz do seu computador atinge-o a cerca de 300 000 km por segundo.

• O paquete Queen Elizabeth II gasta um galão de diesel por cada 6 polegadas que se move.

• Uma chávena de chá de uma estrela de nêutrons pesa cerca de 110 milhões de toneladas.

• Um carro viajando a 80 km/h usa metade do seu combustível para combater a resistência do vento.

• É economia energética desligar uma lâmpada fluorescente só se não for usada dentro da próxima hora, ou mais. Isto sucede por causa da alta voltagem necessária para ligar e desligar e pelo encurtamento da vida que a alta voltagem provoca.

• Os Estados Unidos consomem 25% da energia mundial.

• Há combustível suficiente no tanque cheio de um Jumbo para guiar um automóvel normal quatro vezes à volta do mundo.

• A mais alta temperatura produzida em laboratório foi de 511 000 000ºC no Reator de Testes de Fusão de Tokamak em Princeton, NJ, USA.

• O mais poderoso laser do mundo, o laser Nova no laboratório Nacional Lawrence Ivermore, CA, USA, gera um pulso de energia igual a 100 000 000 000 000 watts de potência durante 0,000000001 segundo para um alvo do tamanho de um grão de areia.


Acesso em: 26 jul. 2011.

Postado por: Regina Guimarães




Papel solar: células solares são impressas em papel

Fabricar células solares diretamente em papel ou tecido, de um modo simples e rápido.

Este é o objetivo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos.

Eles já construíram diversos protótipos funcionais, com alguns mantendo o funcionamento depois de diversos meses e muitas dobraduras.

Em uma das demonstrações, um avião de papel foi construído com a folha fotoelétrica e começou a gerar energia tão logo acabou de ser dobrado. [Imagem: MIT]

Impressão de circuitos eletrônicos

Há uma forte tendência no sentido de trazer os circuitos eletrônicos para mais próximo ao que as pessoas usam no dia-a-dia, o que inclui sobretudo papel e e tecido das roupas, mas também plásticos, sobretudo folhas flexíveis, que possam ser enroladas e dobradas.

Antenas capazes de capturar a energia do are até uma caneta capaz de desenhar circuitos eletrônicos foram demonstrados nos últimos dias.  Células solares impressas por jato de tinta também já foram demonstradas experimentalmente por diversos grupos.

Tudo isto está sendo possível graças ao desenvolvimento das chamadas tintas eletrônicas, que não são exatamente tintas, mas soluções de partículas capazes de desempenhar a função desejada.

Deposição de vapor
O trabalho do MIT é um pouco mais complexo do que a impressão jato de tinta ou laser, mas também está dando resultados mais robustos.

O processo de impressão usa vapor - e não líquidos ou pó - em um processo que ocorre em temperaturas abaixo de 120 ºC - uma temperatura bastante amena em comparação com a fabricação de uma célula solar fotovoltaica tradicional, que emprega temperaturas elevadas e elementos corrosivos.
Nessas condições mais amenas, é possível empregar materiais como papéis não tratados, tecidos ou plástico como substratos para imprimir as células.

São aplicadas cinco camadas de materiais, que são depositados sobre o papel em etapas sucessivas. Uma máscara, também feita de papel, é usada para formar os padrões das células solares.

O rendimento das células solares impressas ainda é baixo - em torno de 1% - mas suficiente para alimentar pequenos aparelhos portáteis e sensores ambientais. [Imagem: Patrick Gillooly/MIT]

O processo ainda exige uma câmara a vácuo, para evitar a contaminação por poeira ou outras impurezas, o que diminuiria o rendimento das células solares.

Papel fotoelétrico

Terminada a "impressão", basta ligar os eletrodos e colocar o "papel fotoelétrico" sob a luz para que ele comece a gerar energia.

Em uma das demonstrações, um avião de papel foi construído com a folha fotoelétrica e começou a gerar energia tão logo acabou de ser dobrado. Em outra, as células solares foram impressas sobre uma fina folha de plástico PET, que foi dobrada e desdobrada mil vezes, sem perder a funcionalidade.

O rendimento das células solares impressas ainda é baixo - em torno de 1% - mas suficiente para alimentar pequenos aparelhos portáteis e sensores ambientais. Os pesquisadores afirmam que estão trabalhando nesse quesito, ajustando os materiais aplicados na técnica de deposição por vapor para melhoria da eficiência.

"Nós demonstramos a robustez dessa tecnologia. Acreditamos que poderemos fabricar células solares em larga escala capazes de atingir desempenhos recordes em termos de watts por quilo [de material]," disse Vladimir Bulovic, um dos autores da pesquisa.

Acesso em: 23 jul. 2011.

Postado por: Regina Guimarães

Prédio tecnológico imita floresta e produz sua própria energia

Uma torre de 200 metros de altura construída na China vai se tornar o mais tecnológico dos prédios de negócios do mundo. O projeto é do arquiteto Kevin Kennon, responsável também pelas sedes do Banco Central Europeu e do Lehman Brothers.

A construção da Tian Fang será concluída em 2013. Antes de desenhar a torre, os arquitetos estudaram os ventos e a propagação da luz solar no local. O objetivo era criar um prédio orgânico, com alturas diferentes, imitando uma floresta e convivendo bem com o espaço.

Em vez de ter quatro cantos como qualquer prédio comum, a Tian Fang terá 18. Isso porque, assim, as salas ganham formatos diferentes que vão favorecer a iluminação pelo sol. Serão aproximadamente 50 atriums em que a luz natural tomará conta. As correntes de ar vão evitar o uso de aparelhos de refrigeração.

No topo da construção, telhados angulosos ganharão painéis de energia solar. O prédio ainda usará células de hidrogênio para armazenar a energia do sol e terá turbinas que vão produzir eletricidade por meio do vento. Com tudo isso, a Tian Gang promete gerar ao menos 20% da energia que será consumida lá dentro.

Acesso em: 18 jul. 2011.

Postado por: Regina Guimarães

Brasil entra para o TOP 15 mundial nas Energias Renováveis

A consultoria Ernst & Young, publica desde 2003 de maneira trimestral, um ranking com os 35 países mais atractivos para investimentos relacionados a energias renováveis.

O Brasil entrou para a lista dos top 15 pela primeira vez, sendo que a expansão de energia eólica foi factor decisivo para que o país subisse quatro posições no último trimestre, chegando na 12ª colocação.

Os chineses mantiveram a primeira posição no ranking, muito em função de seus projectos de geração de energia eólica em águas marítimas. Já os Estados Unidos permaneceram no segundo lugar.

A Índia, dando sequência aos resultados registados nos boletins anteriores da consultora, continuou subindo no ranking. Ultrapassou a tradicionalmente verde Alemanha e se posicionou em terceiro lugar.

Já o Japão desceu três posições após adoptar à estratégia de utilizar mais gás natural e importar petróleo para substituir a capacidade de geração de energia nuclear, que ficou comprometida após o acidente em Fukushima.


Acesso em: 14 jul. 2011.

Postado por: Regina Guimarães

Refrigeração térmica transforma calor em frio ou em eletricidade

Este equipamento, com jeitão de um aparelho de ar-condicionado, é um passo importante para resolver um dos maiores problemas energéticos da atualidade: o desperdício.

O novo aparelho conseguiu transformar 80 por cento de cada quilowatt-hora de calor desperdiçado em um quilowatt de capacidade de resfriamento. [Imagem: OSU]

Calor desperdiçado

Todos os equipamentos - de computadores e motores elétricos até os motores a combustão dos automóveis - usam apenas uma parcela pequena da energia que consomem.

Estima-se que nada menos do que 50% da energia produzida pelos carros, fábricas e centrais elétricas perca-se na forma de calor - nos motores a combustão dos carros, o desperdício pode chegar facilmente aos 80%.

Os engenheiros da Universidade Estadual do Oregon, nos Estados Unidos, estão usando uma nova abordagem para capturar e usar o calor desperdiçado nos escapamentos dos carros e caminhões, dos geradores a diesel, das usinas termoelétricas e de uma infinidade de outras fontes.

Reaproveitamento do calor

O objetivo do equipamento é usar esse calor para gerar energia elétrica ou, por estranho que possa parecer, para o resfriamento, seja em geladeiras ou em aparelhos de ar-condicionado.

"Isto pode se tornar uma importante nova fonte de energia e um modo de melhorar a eficiência energética," diz Hailei Wang, um dos pesquisadores do projeto. "O protótipo mostra que estes sistemas funcionam tão bem quanto esperávamos que funcionassem."

Refrigeração acionada por calor

O aparelho utiliza um princípio chamado "sistema de refrigeração ativada termicamente".

O aparelho utiliza um princípio chamado "sistema de refrigeração ativada termicamente". [Imagem: Wag/Peterson]

O aparelho combina um ciclo de compressão de vapor com um "ciclo Rankine orgânico" - ambas tecnologias de conversão de energia bem conhecidas.

Grande parte de sua eficiência vem do uso de microcanais extraordinariamente pequenos, que otimizam a troca de calor.

O novo aparelho conseguiu transformar 80 por cento de cada quilowatt-hora de calor desperdiçado em um quilowatt de capacidade de resfriamento.

Isto significa, por exemplo, que o ar-condicionado de um carro poderá ser alimentado pelo calor do cano de escapamento.

O sistema também poderá ser incorporado às tecnologias de energias alternativas  como a energia solar fotovoltaica, a energia termo-solar ou a geotérmica, além dos geradores tradicionais, que funcionam com diesel ou gás natural.

Trocando calor por frio

"Esta tecnologia será especialmente útil se houver uma necessidade de sistemas de refrigeração onde o calor está sendo desperdiçado", disse Wang, o que ocorre principalmente nas indústrias.

O uso em automóveis irá exigir novos desenvolvimentos, sobretudo em miniaturização e redução de peso do equipamento.

Os pesquisadores alertam que a eficiência de conversão não será tão alta quando a meta for produzir eletricidade, ficando entre 15 e 20 por cento - ainda assim, muito melhor do que simplesmente desperdiçar o potencial energético do calor lançado na atmosfera.

Outra abordagem usada para o reaproveitamento de calor envolve o uso de materiais termoelétricos.


Acesso em: 11 jul. 2011.

Postado por: Regina Guimarães