Os elementos químicos mais abundantes da alta tecnologia [infográfico]


Saiba quais elementos químicos são utilizado na construção das peças e aparelhos que você utiliza no dia a dia.

Se você já passou pelo Ensino Médio, certamente deve se lembrar da tabela periódica dos elementos químicos. Nela estão dispostas de maneira ordenada todas as substâncias, sintéticas ou naturais, conhecidas.

Para muitos estudantes, compreender cada um dos elementos em todas as suas propriedades como eletronegatividade, raio iônico e energia de ionização pode parecer uma tarefa complicada e não necessariamente prazerosa.

Entretanto, basta entender como é extraída uma determinada substância ou qual é a sua aplicação prática para que a pesquisa se torne ainda mais prazerosa. Você ficará surpreso em saber que itens tão corriqueiros do seu dia a dia utilizam uma daquelas substâncias da qual você nunca ouviu falar ou, ainda, jamais imaginou alguma utilidade.

O Tecmundo preparou um infográfico completo, apresentando diversas características de todos os elementos químicos. Nele você encontrará os dados básicos de cada substância, as regiões do planeta em que elas são encontradas em maior abundância e, principalmente, quais são as aplicações práticas de cada um dos elementos.

Além de servir para saciar a sua curiosidade, se você está no Ensino Médio ou estudando para prestar vestibular, vale a pena salvar o link em seus favoritos e mantê-lo sempre à mão como um material de estudo complementar. Boa diversão!


Acesso em: 18 set. 2011.

Postado por: Regina Guimarães

O que é química?


Muitas vezes as pessoas cultivam uma visão errada a cerca do que é, e qual a função da química em nossa sociedade, muitas vezes associando a ciência química a problemas ambientais, políticos e outros. Para quem estuda e admira esta ciência, sabe que isto não é verdade. Devemos deixar essa idéia e abrir nossa mente para a importância desta ciência no desenvolvimento do presente e no futuro de nossa sociedade.

Acesso em: 18 set. 2011.

Postado por: Regina Guimarães

Coca-Cola terá caminhão 100% elétrico


A Coca-Cola anunciou que usará caminhões de entrega 100% elétricos para abastecer o mercado de algumas cidades dos Estados Unidos. A iniciativa é um esforço da companhia para reduzir os custos com combustível e os índices de poluição.

O novo modelo, chamado de eStar, é de emissão zero e fará parte da frota verde da empresa que já conta com mais de 650 veículos híbridos. Até o final do ano, 750 eStars estarão circulando nas cidades americanas de São Francisco, Nova Iorque, Washington D.C., Hartford e Los Angeles. Com o novo caminhão, a Coca-Cola espera reduzir a emissão de gases que provocam o efeito estufa em até 10 toneladas por ano.
Com capacidade para rodar até 100 km, a bateria do eStar recarrega entre seis e oito horas. Se o veículo for requisitado além da sua capacidade elétrica, sua bateria pode ser trocada em menos de 20 minutos. Um detalhe curioso: metade do eStar é feito de material reaproveitável. Ou seja, 50% dele poderá ser reciclado!
Fonte: info.abril.com.br
Acesso em: 17/09/11
Postado por: Priscilla Ferreira

SÃO PAULO – Um grupo internacional de cientistas anunciou ter conseguido obter geneticamente uma nova linhagem de levedura que se mostrou capaz de produzir etanol a partir do uso de mais tipos de açúcares de plantas.
Para produzir comercialmente combustíveis como o etanol, que no Brasil é derivado da cana-de-açúcar, microrganismos devem ser capazes de fermentar sacarídeos encontrados em vegetais, como glicose, xilose ou celobiose. O problema é que a maioria dos micróbios não consegue converter todos esses açúcares em combustível que possa ser produzido em escala.
No novo estudo, Yong-Su Jin, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, e colegas, expandiram a capacidade natural da levedura Saccharomyces cerevisiae de fermentar glicose ao modificar geneticamente o fungo – que também é usado na produção de pão e cerveja – para que se tornasse capaz de transportar proteínas de outro tipo de levedura, a Pichia stipitis.
Embora as duas leveduras sejam da mesma família, apenas a Pichia stipitis é capaz de fermentar a xilose, açúcar derivado de madeiras e associado à celulose.
A linhagem de levedura resultante se mostrou capaz de fermentar os três açúcares – glicose, xilose e celobiose – e, segundo a pesquisa, que será publicada esta semana no site da revista Proceedings of the National Academy of Sciences, com a produção de muito mais etanol do que as linhagens naturais.
Cientistas criam biocombustível de levedura
A levedura modificada também superou um problema de linhagens obtidas em pesquisas anteriores, que fermentavam açúcares pobremente mesmo na presença de glicose abundante. Segundo os autores da nova pesquisa, os resultados deverão ajudar no desenvolvimento de biocombustíveis avançados feitos a partir de matéria orgânica.
Acesso em: 17/09/11
Postado por: Priscilla Ferreira

Inventor sueco cria purificador de água que usa apenas a energia solar


O sueco Wadström Petra desenvolveu um purificador de água ideal para países em desenvolvimento, que sofrem com a falta de água potável e estrutura de distribuição e saneamento. A ideia surgiu em 1990 e hoje já pode ser comercializada.
As jarras de água foram desenvolvidas especificamente para a realidade de países africanos l Foto: Solvatten
Segundo ele, tudo começou com um pensamento de aproveitar a energia do sol, abundante no território australiano, onde ele morava. Somente após muito tempo de estudo e experiências no Nepal e no Quênia foi que o Solvatten nasceu.
As jarras de água foram desenvolvidas especificamente para a realidade de países africanos, que podem resolver parte de seus problemas pelo uso do dispositivo de esterilização solar.  A invenção tem a aparência de um grande jarro de água, com quatro bicos, capaz de armazenar dez litros. A diferença está no interior do equipamento, composto por um mecanismo de capitação dos raios ultravioletas.
O funcionamento é simples e o resultado ocorre em duas horas ou mais, dependendo da quantidade de calor e incidência solar do momento. Para isso, basta encher o garrafão com a água “contaminada”, usando as duas bocas destinadas a entrada de ar. Depois é só abrir o dispositivo, como se ele fosse repartido ao meio, e deixá-lo exposto ao sol.
As jarras de água foram desenvolvidas especificamente para a realidade de países africanos l Foto: SolvattenO conceito é o mesmo do método SODIS, que permite o esterilizamento da água a partir do uso de plásticos transparentes e calor. Porém, neste caso o dispositivo possui outras tecnologias, como o sistema de alerta quando a água está pronta para o uso. Após a ação dos raios UV, o usuário pode perceber que um rosto sorridente aparece iluminado no sensor do Solvatten, esse é o sinal de que a água já pode ser bebida.

Acesso em: 17/09/11
Postado por: Priscilla Ferreira