Pesquisadores desenvolvem impressora 3D capaz de imprimir comida

Em breve, você poderá imprimir o prato desejado, com diversos tipos de alimentos e em formas variadas.

A Cornell Creative Machines Lab está desenvolvendo uma impressora 3D capaz de “imprimir refeições”. A máquina veio para lançar por terra a ideia de que você “não deve brincar com a sua comida”, sendo capaz de fazer pratos com ingredientes diferenciados e em diversos formatos (inclusive objetos como aviõezinhos, colares etc.).

Em vez de ser aplicada na indústria de design e fabricação, essa impressora será útil no campo da culinária. Ela procura ser uma aliada dos chefs no quesito alimentação criativa, provando que uma boa dieta pode ser composta por pratos elegantes.

(Fonte da imagem: Cornell Creative Machines Lab) 

Até o momento, a impressora foi testada para criar macarrão com formato de naves espaciais, além de bolos e biscoitos que podem conter uma mensagem interna. Ela também foi capaz de criar uma carne de  hambúrguer com as bordas preenchidas por catchup ou mostarda, além dos equivalentes feitos para vegetarianos (de soja e outros substitutos).

Ela trabalha com múltiplos “cartuchos” (que fazem o formato desejado linha a linha) e uma espécie de “esquema eletrônico” (tecnologia chamada de FabApps). O esquema contém as especificações exatas de quais materiais são necessários para produzir o alimento desejado.

A tinta é a comida propriamente dita na forma de pasta (como queijo processado, chocolate derretido etc.). Alimentos que não podem ser processados são moídos e acrescentados aos outros para a criação dos pratos.

(Fonte da imagem: Cornell Creative Machines Lab)

Embora a ideia da impressora para comida remeta à ideia de galáxias de macarrão, ela pode ser uma grande aliada na criação de novos sabores pela variação das propriedades dos alimentos. Além disso, a combinação de formas e texturas pode fazer com que pratos que não sejam a nossa preferência diária ficarem muito mais atrativos.

(Fonte da imagem: Cornell Creative Machines Lab)

Inclusive, para colocar essa ideia em prática, o grupo Cornell fez uma parceria com o Instituto de Culinária da França, para a criação de novas formas de alimentos existentes. Só nos resta esperar para ver que tipo de novos pratos podem ser “impressos” em nossa mesa.
Acesso em: 24 set. 2011.

Postado por: Regina Guimarães



Forma divertida de aprender conceitos de cinética


Data de publicação: 22 set. 2011.
Postado por: Prof. Dr. Marcos Baroncini Proença

Projeto concilia preservação de árvores e fornecimento de energia

Parceria firmada entre prefeitura e Celpe vai analisar necessidades de adequação da arborização para a rede aérea

Com o objetivo de assegurar a qualidade do fornecimento de energia elétrica e, ao mesmo tempo, preservar a vegetação urbana, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) e a Prefeitura do Recife firmaram uma parceria para implementar o Programa de Adequações em Trechos Urbanos para Árvores e Redes (ATUAR). O convênio será assinado nesta sexta-feira (23), na mesma semana em que é comemorado o Dia da Árvore (21 de setembro).

A Celpe já desenvolve o Programa Atuar, que busca preservar as árvores do Recife, adequando a rede aérea ao controle do contato entre galhos e cabeamento elétrico, para evitar situações de risco à distribuição de energia que levem a população a sofrer interrupção do fornecimento.

Pelo convênio com a Prefeitura do Recife, após a análise das necessidades de adequação da arborização, o município realizará as podas, as substituições de árvores em situação de risco e os possíveis novos plantios. Já a Celpe aplicará as soluções tecnológicas mais indicadas para a convivência entre a rede e as árvores em cada uma das situações, como: coberturas de proteção para os condutores convencionais, condutores protegidos ou mesmo isolados.


Acesso em: 21 set. 2011.

Postado por: Regina Guimarães

ENGENHEIRO QUÍMICO - O QUE É??



Postado por: Priscilla Ferreira

Cientistas criam insetos ciborgues que geram energia própria

Uso de pequenos aparelhos eletrônicos permite que cientistas criem animais espiões controlados por controle remoto.

(Fonte da imagem: Physorg)

Uma equipe de cientistas da Universidade de Michigan, liderada por Ethem Aktakka, desenvolveu um método que usa o movimento das asas de insetos como forma de produzir energia. A novidade pode ser útil no desenvolvimento de ciborgues-espiões com tempo de vida muito maior do que o oferecido pelas tecnologias atuais.

A criação de robôs com dimensões minúsculas foi durante muito tempo o sonho de militares e engenheiros. Porém, dificuldades em criar um equipamento minúsculo capaz de voar e andar fez com que as pesquisas do campo passassem a considerar o uso de insetos reais, modificados com peças robóticas de forma a permitir controlá-los remotamente.

Movimentos que geram energia

Os métodos usados até o momento pelos pesquisadores envolvem baterias que garantem a alimentação dos componentes usados, o que aumenta o peso total do equipamento e limita muito a movimentação dos insetos. Tal limitação é solucionada pela tecnologia desenvolvida por Aktakka e sua equipe, que usa materiais piezoelétricos colocados nas costas de besouros para gerar energia.

 
(Fonte da imagem: Physorg)

Materiais piezoelétricos geram energia quando deformados ou dobrados, processo que ocorre conforme o animal bate suas asas. Os pesquisadores testaram dois protótipos com a tecnologia, um no formato de barras (que gerou 7,5 microwatts de energia) e outro construído como uma cruz, responsável por gerar entre 18 a 22,5 microwatts, suficiente para acionar aparelhos eletrônicos pequenos com características simples.

A expectativa dos pesquisadores é a de que a tecnologia pode ser aprimorada ao se estabelecer uma conexão direta entre o gerador e os músculos responsáveis pela movimentação das asas dos besouros. O uso de insetos cibernéticos pode ser feito tanto em operações que envolvem espionagem quanto no monitoramento de ambientes perigosos e também na detecção de explosivos ou em operações de resgates em locais remotos.


Acesso em: 20 set. 2011.

Postado por: Regina Guimarães