Maior turbina eólica do mundo


As turbinas eólicas vêm evoluindo dramaticamente ao longo das últimas décadas, não apenas em tamanho, mas também em aerodinâmica e nas técnicas de fabricação.[Imagem: Siemens]

Aerogerador

Está quase tudo pronto para a montagem da maior turbina eólica do mundo.

Cada uma das pás mede 75 metros de comprimento.

Três delas formarão o rotor de 154 metros de uma usina-protótipo que está sendo construído pela Siemens no campo de Osterild, na Dinamarca.

A área total coberta pelo rotor alcançará 18.600 metros quadrados, equivalente a quase 2,5 campos de futebol - o diâmetro é quase suficiente para acomodar dois jatos Airbus A380 lado a lado.

Peso do ar

Quando em operação, a super turbina eólica, girando a 10 metros por segundo, extrairá energia de 200 toneladas de ar por segundo.

Devido às forças a que a turbina estará sujeita, cada pá teve que ser feita em um molde único - é o maior componente individual de fibra de vidro já produzido.

As pás incorporam avanços no material utilizado, no projeto aerodinâmico e na técnica de fabricação.

Tudo junto representou uma diminuição de 20% no peso, por sua vez reduzindo as exigências sobre as fundações, a torre e a nacele.

A área total coberta pelo rotor da maior turbina eólica do mundo alcançará 18.600 metros quadrados, equivalente a quase 2,5 campos de futebol. [Imagem: Siemens]

Evolução eólica

As turbinas eólicas vêm evoluindo dramaticamente ao longo das últimas décadas, não apenas em tamanho, mas também em aerodinâmica, nos materiais utilizados em sua construção e nas técnicas de fabricação.

Há 30 anos, uma turbina eólica típica tinha um rotor de 10 metros (cada pá media 5 metros de comprimento) e eram capazes de gerar 30 kW.

A maior turbina do mundo agora terá um rotor de 154 metros (cada pá com 75 metros de comprimento) e deverá produzir 6 MW, uma capacidade 200 vezes maior.


Acesso em: 21 ago. 2012.

Postado por: Regina Guimarães

CINTEC 2012 FUNDIÇÃO - De 18 a 21/ Setembro - Paralelo a FEIRA METALURGIA 2012.



A grade temática será composta Palestras Técnicas, debate técnico e Minicursos, com carga horária 08 horas cada. Tendo como foco principal a inovação, o conhecimento e a integração entre os profissionais da Indústria e da Academia.

O IST/SOCIESC na visão de ser um centro de excelência e referência em Educação e Tecnologia, promove anualmente o CINTEC – Congresso de Inovação Tecnológica, sendo que temos 04 áreas abordadas em congressos distintos: "PLÁSTICOS", "FUNDIÇÃO", "AUTOMAÇÃO E MECÂNICA" E "CONSTRUÇÃO CIVIL".

O evento se destaca pelos seus mecanismos diferenciados de transferência de tecnologia e inovação tecnológica, intensificando o relacionamento entre os profissionais da indústria e da academia, de forma a responder com velocidade e flexibilidade aos anseios da sociedade.

A grade temática do CINTEC é desenvolvida por uma equipe formada por profissionais da indústria, professores, pesquisadores, parceiros e representantes dos sindicatos patronais.
Acredita-se que esta é uma forma eficaz de aproximar os resultados dos desenvolvimentos à prática empresarial, indo assim ao encontro da Missão do CINTEC: “contribuir para o aperfeiçoamento e desenvolvimento das empresas e pessoas, por meio da transferência e difusão de tecnologia e conhecimento, principalmente pela propagação da inovação tecnológica”.

Desde sua criação, em 1998, o CINTEC vem crescendo ano a ano. A qualidade dos cursos e palestras técnicas, assim como da organização do evento, tem sido destacada pelos congressistas, participantes e pelos veículos de comunicação. O CINTEC é realizado paralelamente a feiras segmentadas.

O CINTEC construiu ao longo de 12 anos, uma história de sucesso, que pode ser dimensionada através dos números significativos que acumulam um total de 7900 congressistas, 600 palestrantes e 780 horas de conhecimento.


Acesso em: 16 ago. 2012.

Postado por: Regina Guimarães



Energia solar chegará aos brasileiros em 2013

Correndo atrás do vento

Finalmente, a eletricidade gerada a partir da energia solar irá para a rede de distribuição e chegará aos consumidores brasileiros.

A interligação das chamadas "fazendas solares" ocorrerá a partir do início de 2013.

São 18 projetos de usinas solares aprovados para várias concessionárias de energia, totalizando 25 megawatts (MW) de potência instalada.

Para se ter uma ideia do atraso da energia solar no Brasil, a energia eólica já conta com 1.479 MW instalados.

Em uma única liberação de recursos para energia eólica, feita pelo BNDES há poucos dias, está prevista a instalação de 150 MW adicionais, seis vezes mais do que todo o "arranque" inicial dado à energia solar.

O futuro chegou

Apesar disso, o momento é de entusiasmo.

"Este é um marco para a energia fotovoltaica no Brasil porque é o momento de introdução dessa tecnologia no País. Sempre falávamos no futuro e agora o futuro chegou," diz professor Ennio Peres da Silva, da Unicamp.

A capacidade instalada de energia solar no Brasil é de 6 MW, provenientes de unidades criadas no Programa de Desenvolvimento Energético dos Estados e Municípios, para atender comunidades isoladas. Essa capacidade agora será ampliada mais de quatro vezes.

Os pesquisadores da Unicamp estão trabalhando em associação com a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), para a instalação de uma unidade híbrida, que irá explorar energia eólica e solar, interligando ambas à rede de distribuição.

Serão dois aerogeradores com 5 kW de potência, instalados na Usina de Tanquinho, em Campinas. Tanquinho também terá painéis solares para a geração 1 MW, enquanto a Unicamp receberá quatro conjuntos de painéis solares de diferentes tecnologias, de 15 quilowatts (kW) cada um.

Serão testados painéis solares e aerogeradores nacionais e importados.

Aprimoramento tecnológico

A Unicamp já atuava como parceira da CPFL no desenvolvimento de tecnologias de geração solar/eólica, em um projeto de 20 kW.

Com a instalação das novas usinas, os pesquisadores da Unicamp vão iniciar estudos de medições, simulações e também de aprimoramento das tecnologias já desenvolvidas para a conexão à rede elétrica da energia fotovoltaica gerada.

"A melhoria do controle dos conversores eletrônicos de potência é uma delas," diz Ruppert Filho, orientador da pesquisa que resultou no primeiro conversor trifásico para a conexão de painéis solares à rede elétrica.


A equipe da Unicamp também já desenvolveu um microinversor, interligação à rede das futuras "usinas solares domésticas".

Segundo o professor Ennio, a integração da energia fotovoltaica com a eólica na rede é uma novidade. "Precisamos estudar como compatibilizar essas energias, aliando-as aos dados do clima, para evitar perdas. Há uma série de condições que precisam ser atendidas".



Acesso em: 19 jul. 2012.

Postado por: Regina Guimarães

IX Encontro Catarinense de Profissionais da Química com o Tema Central “Lítio da Purificação às Oportunidades de uso”


EVENTO

LOCAL: Centro de Eventos Oasis - Criciúma, SC

PROMOÇÃO: Programa de Educação Continuada do Conselho Regional de Química - CRQ 13ª Região

PARTICIPAÇÃO:
Fundação CPqD Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (Campinas - SP)
Centro de Tecnologia Mineral – CETEM (Rio de Janeiro – RJ)
CEDUP ABÍLIO PAULO
UNESC

COMISSÃO ORGANIZADORA:
Prof. Dr. Nivaldo Cabral Kuhnen (Vice-presidente CRQ-XIII)
Prof. Dr. Michael Peterson (UNESC)
Prof. MSc. Saulo Vitorino (Coord. Prog. Educ. Continuada do CRQ – XIII)
Karlla Fabiana Vieira (CRQ)

APOIO
Carlos Alberto e Silva (CRQ)
Jacson Fernando Schnaider (SINDIQUÍMICA)
Izolde Schvambach (CRQ)
Marlon Laurindo (CRQ)

PROGRAMAÇÃO
15/06 (sexta-feira)
16 h Recepção (entrega do material).
17 h WorkShop: Empregabilidade.
- Presidente do CRQ da 13ª Região, EQ José Maximiliano Muller Neto.
- CEO da OMNES Perfumes & Cosméticos: EQ Andres Pesserl
- Economista, Diretor do Instituto de Pesquisas Sócio-Econômicas IPESE UNESC: Prof. Dr. Murialdo Gastaldon
- Tecnologista Pleno do CETEM - Centro de Tecnologia Mineral (CETEM): Dra. Sílvia Cristina Alves França
- Presidente do Sindicato dos Químicos no Estado de Santa Catarina: Saulo Vitorino
- Coordenação: Prof. Dr. Carlos Klimeck Gouvea
18:30 h – Abertura do Evento
19:00 h – Palestra: "Rede PTD Lítio"
19:30 h Palestra: “Lítio no Brasil: Perspectivas, Tecnologias e Desafios para a produção de compostos de lítio a partir de minérios” – Eng. Quím.,MSc. Paulo Fernando Almeida Braga – CETEM
20:15 h – Palestra: Usos do Lítio
21: 15 h Palestra: A ATUAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA ÁREA QUÍMICA NA INDÚSTRIA MÍNERO-METALÚRGICA
22 h Coquetel de Encerramento


Acesso em: 04 jun. 2012.

Postado por: Regina Guimarães

Painéis solares vão alimentar o que restou da estação brasileira na Antártica

Energia solar

Depois de constatar que as perdas científicas na Antártica são menores do que se imaginava, em razão do incêndio que atingiu a Estação Comandante Ferraz, os pesquisadores se preparam agora para cuidar do que sobrou.

Um grupo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) está se deslocando para a Ilha Rei George, na Antártica, onde fica a Estação Comandante Ferraz, levando painéis solares para gerar energia necessária para manter operacionais os equipamentos científicos não atingidos.

Módulos Meteoro e Ozônio, que ficam afastados da Estação Comandante Ferraz. [Imagem: INPE]
A instalação dos painéis solares, e de baterias para permitir o funcionamento noturno, será feita sobretudo no sistema de instrumentação meteorológica, que não foi atingida pelo incêndio.
As providências permitirão que o Brasil mantenha alguma atividade no local até que a base seja reconstruída.

Mudança

O grupo também irá avaliar as condições dos módulos e equipamentos do INPE, praticamente os únicos a não serem atingidos pelo fogo.

Alguns instrumentos que fazem medidas sobre a camada de ozônio, ondas de gravidade e outros parâmetros da alta atmosfera serão transferidos e instalados em áreas de outros países que mantêm cooperação com o Brasil.

Enquanto alguns experimentos irão para a base chilena Presidente Eduardo Frei, também na Ilha Rei George, outros virão para a cidade de Rio Grande, na província da Terra do Fogo, Argentina, que fica próxima a Ushuaia (a cidade mais austral do mundo).

Instalados em módulos próximos, mas não contíguos às demais instalações da Estação, os laboratórios do INPE chegaram a servir de abrigo aos cientistas durante o incêndio.

Batizado de "Meteoro", o módulo de meteorologia fica ao lado do "Ozônio", que contém instrumentos para estudos da camada que envolve a Terra. Também há o "Ionosfera", que fica a cerca de 300 metros da estação, e o módulo "Alta Atmosfera", situado a aproximadamente um quilômetro de distância.

Sem tempo

No momento do acidente, especialistas do INPE estavam na Antártica preparando a instrumentação para as medições durante o inverno.

Não houve tempo de concluir as atividades de manutenção e calibração dos sensores, tampouco proteger os equipamentos, que ficaram sem energia, prejudicando estudos que necessitam de dados contínuos. Daí a importância deste retorno à Antártica.

Os dados de meteorologia contam com a série histórica mais longa, com medidas tomadas desde o verão de 1984-1985. É para dar continuidade a essas informações que novos equipamentos para alimentação elétrica do sistema seguirão para a Antártica.


Acesso em: 08 maio. 2012.

Postado por: Regina Guimarães