Pesquisadores criam bateria de gelatina

O composto é flexível, além de mais leve e menos nocivo ao ambiente.

Os cientistas da Universidade de Leeds criaram um novo tipo de gel polímero, que pode ser utilizado na confecção de baterias de lítio. A substância gelatinosa almeja ser mais leve e menos custosa, além de permitir a montagem de baterias de menor densidade do que as atuais, o que acarretaria um peso menor aos produtos.

Os responsáveis pela pesquisa a licenciaram para a empresa Polystor Energy Corporation, que já está conduzindo testes para verificar as condições de comercialização do produto. A ideia principal dessa nova substância consiste na substituição do líquido utilizado nas atuais baterias recarregáveis de íon-lítio.

Como assim?

As baterias comuns de íon-lítio são montadas como containers fechados (chamados de células) que são preenchidos por um líquido químico e contém um filme de polímero poroso como separador. Dessa forma, os condutores são capazes de transportar a carga dos eletrodos ao mesmo tempo em que atuam como uma barreira, evitando curto-circuito.

O gel desenvolvido pelo professor Ian Ward almeja substituir esse líquido que atualmente é utilizado. A criação da substância utilizou o mesmo princípio de fazer gelatina: adicionar água quente ao pó, que quando resfria, forma uma massa sólida e flexível. No caso da bateria, trata-se de um polímero e uma mistura eletrolítica.

Posteriormente, essa mistura gelatinosa pode ser moldada para ser mais fina de forma mecânica e com um custo menor para a manufatura e venda. Além disso, o formato dos produtos não está mais limitado a ser um retângulo.

Adicionalmente, esse tipo de material é bem mais seguro e menos nocivo ao ambiente do que o composto presente nas baterias atuais.


Acesso em: 26 set. 2011.

Postado por: Regina Guimarães

Pesquisadores desenvolvem impressora 3D capaz de imprimir comida

Em breve, você poderá imprimir o prato desejado, com diversos tipos de alimentos e em formas variadas.

A Cornell Creative Machines Lab está desenvolvendo uma impressora 3D capaz de “imprimir refeições”. A máquina veio para lançar por terra a ideia de que você “não deve brincar com a sua comida”, sendo capaz de fazer pratos com ingredientes diferenciados e em diversos formatos (inclusive objetos como aviõezinhos, colares etc.).

Em vez de ser aplicada na indústria de design e fabricação, essa impressora será útil no campo da culinária. Ela procura ser uma aliada dos chefs no quesito alimentação criativa, provando que uma boa dieta pode ser composta por pratos elegantes.

(Fonte da imagem: Cornell Creative Machines Lab) 

Até o momento, a impressora foi testada para criar macarrão com formato de naves espaciais, além de bolos e biscoitos que podem conter uma mensagem interna. Ela também foi capaz de criar uma carne de  hambúrguer com as bordas preenchidas por catchup ou mostarda, além dos equivalentes feitos para vegetarianos (de soja e outros substitutos).

Ela trabalha com múltiplos “cartuchos” (que fazem o formato desejado linha a linha) e uma espécie de “esquema eletrônico” (tecnologia chamada de FabApps). O esquema contém as especificações exatas de quais materiais são necessários para produzir o alimento desejado.

A tinta é a comida propriamente dita na forma de pasta (como queijo processado, chocolate derretido etc.). Alimentos que não podem ser processados são moídos e acrescentados aos outros para a criação dos pratos.

(Fonte da imagem: Cornell Creative Machines Lab)

Embora a ideia da impressora para comida remeta à ideia de galáxias de macarrão, ela pode ser uma grande aliada na criação de novos sabores pela variação das propriedades dos alimentos. Além disso, a combinação de formas e texturas pode fazer com que pratos que não sejam a nossa preferência diária ficarem muito mais atrativos.

(Fonte da imagem: Cornell Creative Machines Lab)

Inclusive, para colocar essa ideia em prática, o grupo Cornell fez uma parceria com o Instituto de Culinária da França, para a criação de novas formas de alimentos existentes. Só nos resta esperar para ver que tipo de novos pratos podem ser “impressos” em nossa mesa.
Acesso em: 24 set. 2011.

Postado por: Regina Guimarães



Forma divertida de aprender conceitos de cinética


Data de publicação: 22 set. 2011.
Postado por: Prof. Dr. Marcos Baroncini Proença

Projeto concilia preservação de árvores e fornecimento de energia

Parceria firmada entre prefeitura e Celpe vai analisar necessidades de adequação da arborização para a rede aérea

Com o objetivo de assegurar a qualidade do fornecimento de energia elétrica e, ao mesmo tempo, preservar a vegetação urbana, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) e a Prefeitura do Recife firmaram uma parceria para implementar o Programa de Adequações em Trechos Urbanos para Árvores e Redes (ATUAR). O convênio será assinado nesta sexta-feira (23), na mesma semana em que é comemorado o Dia da Árvore (21 de setembro).

A Celpe já desenvolve o Programa Atuar, que busca preservar as árvores do Recife, adequando a rede aérea ao controle do contato entre galhos e cabeamento elétrico, para evitar situações de risco à distribuição de energia que levem a população a sofrer interrupção do fornecimento.

Pelo convênio com a Prefeitura do Recife, após a análise das necessidades de adequação da arborização, o município realizará as podas, as substituições de árvores em situação de risco e os possíveis novos plantios. Já a Celpe aplicará as soluções tecnológicas mais indicadas para a convivência entre a rede e as árvores em cada uma das situações, como: coberturas de proteção para os condutores convencionais, condutores protegidos ou mesmo isolados.


Acesso em: 21 set. 2011.

Postado por: Regina Guimarães

ENGENHEIRO QUÍMICO - O QUE É??



Postado por: Priscilla Ferreira